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Descubra como trabalhar por prazer e viver disso. Confira!

Publicado em 31 de Março de 2018 às 19h

Parece um sonho, mas é a realidade de alguns brasileiros que já alcançaram a independência financeira que é quando a pessoa pode viver de renda e não precisa trabalhar se não quiser.

Ana Rosa Vilches, diretora pedagógica da DSOP, é uma das pessoas que trabalha por ter prazer no que faz. Ela e o marido não conheciam o conceito de independência há uns anos, mas sempre se preocuparam em ter uma reserva que garantisse uma aposentadoria sustentável.

“Eu e meu marido tínhamos a preocupação de não depender de ninguém na aposentadoria. Observamos nosso padrão de vida e queríamos manter isso quando mais velhos, então, começamos a poupar e investir nosso dinheiro”, conta.

O mesmo acontece Paulo Tavares, professor de gestão financeira da IBE-FGV. Há um ano longe de um emprego como gerente executivo, ele resolveu diminuir um pouco seu padrão de vida para conseguir a independência financeira o quanto antes para acompanhar o crescimento de seu filho. “Hoje, vivo uma vida mais tranquila, menos estressante, continuo trabalhando como consultor e professor, mas tenho flexibilidades de horário e estou acompanhando o crescimento do meu filho”, contou.

Agir

Para chegar nesse ponto tanto Vilches quanto Tavares precisaram tomar algumas atitudes para realizar esse sonho. Para a diretora pedagógica da DSOP, o principal foi focar na realização dos sonhos. “Temos que ter os de longo prazo (como a independência financeira), assim como os de médio e curto prazo, pois também precisamos aproveitar a vida”, afirma.

Já para Tavares uma das coisas que o ajudou a poupar para esse sonho foi vencer a barreira entre a razão e emoção. “Tenho vários colegas de 40/50 anos que ganham R$ 40 mil reais e vivem em uma casa alugada porque tudo é o status. Eu inverti essa lógica. Passei a questionar se eu queria aquele carro novo só porque ele seria bom para a minha família ou se era só um desejo. É precisar vs. querer. Isso ajuda a equilibrar as finanças”, explica.

Tanto Vilches quanto Tavares acreditam que toda a família precisa estar a bordo desse plano para trabalharem junto para realizá-lo. Já que é preciso ajustar as contas, economizar, verificar o que você gasta e quanto ganha para conseguir poupar. “Acho que precisamos quebrar aquele paradigma de que dinheiro é feito para gastar e que não devemos passar vontade. Isso só torna o consumismo mais forte. Quando a família embarca no mesmo sonho, ninguém precisa controlar os gastos do outro, pois está todo mundo no mesmo barco”, explica o professor de gestão financeira da IBE-FGV.

A fórmula para o sucesso

Por isso Juliana Inhasz, professora de finanças do Insper, ensina que para alcançar essa independência financeira é preciso, antes de mais nada, saber o quanto você precisa para se considerar independente. “A minha independência será um valor diferente da sua. Saber o quanto você precisa guardar e em quanto tempo vai conseguir isso é importante para determinar o esforço que você precisará fazer para alcançar esse status”, ensina.

Para saber isso existe uma série de calculadoras que, com base no quanto você ganha por mês, consegue calcular o quanto você precisa poupar de recursos para chegar nesse patamar de trabalhar por prazer.

Antes de iniciar os planos para alcançar a independência financeira, no entanto, Inhasz e Tavares recomendam criar uma reserva de emergência para evitar que imprevistos, como desemprego ou problemas de saúde, atrapalhem sua meta de ficar independente.

Por ser um investimento que será resgatado em um futuro mais longínquo, a reserva da independência financeira é um investimento de longo prazo. “Assim, é possível usufruir de taxas e retornos melhores. Quanto mais difícil de resgatar o investimento melhor, assim isso desestimula as pessoas de pegar o dinheiro para outros fins”, explica Inhasz.

Seu perfil

O investimento escolhido vai depender muito do perfil do investidor. “Se ele for mais velho e ainda mais conservador, poderá apostar em alguns rendimentos de renda fixa que tem riscos baixíssimos. Agora, se for mais jovem e arrojado, poderá apostar no mercado de ações”, explica Tavares.

A dica, antes de tomar essa decisão, é pesquisar e entender seu perfil. “Cada investidor vai enxergar um investimento de uma maneira. Por isso, busque ajuda especializada, pesquise e veja os produtos que são mais interessantes antes de investir”, recomenda Inhasz.

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