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Poesia Lírica LXXI - Sobre meu novo Universo

Publicado em 20 de Setembro de 2018 às 00h

"Meus pensamentos são uma bela flor de pedra lascada com cuidado, das rochas mais pesadas deste mundo duro e frio, úmido... porém eternamente com sede.
Mas quem disse que flores de pedra não podem voar?!
Ou misturar-se à paisagem mais bela que há
No canto em que o pôr do sol antecede o brilho mais inebriante... tudo pode, tudo há
Um nascer iluminado das trevas apaixonantes
Com anjos temperando as ruas de fascínios e mistérios que nos encantam
Eis a noite ao meu coração entorpecido de paixão, 
Liberto de ter que pensar, de suicidar a própria sanidade em busca do sentido das coisas.
Este então aprecia, aproveita, e deleita-se com seus fetiches de encantamento por este local secreto...

A Razão era uma sina maldita! Pois a solidão era seu combustível.
Agora não mais... Pois a solidão é poluente, ela afoga a natureza do coração, é o desenlace sanguíneo das artérias, das veias; dá sede a todo o corpo caído... Sem avisar que se quer beber
Jamais outra vez! Eis-me aqui, andando incansado nessa jornada... Ou não sei que já cansei, 
Tentando encontrar um lugar em meu novo mundo, para sentir, para pensar... Porém jamais outra vez, meramente existir.

Carrego novos sentimentos nos dias que vieram-me de presente 
Com uma flor de embrulho! E uma flor mais bela ainda, escondida 
O peso emocional 
Torna mais leve este lugar inteiramente, sua grandeza, preenche profundamente
Abrindo novos caminhos para percorrer mais de sua amabilidade, nas estradas do meu ser.
A paixão que torna a noite o lugar secreto...
Só preciso calar a minha amargura, meu apego nada doce ao superficial de tudo que eu sinto pela vida.
Dar o recanto de toda a minha velha razão, pela razão de tudo que é novo e melhor neste lugar só meu... Que o sentido de tudo isso é o próprio sentir
Sentir que a brisa... veio e levou minha flor de pedra, ao seu doce jardim, 
No lugar secreto, onde sob as ferrugens deste mundo, preserva-se ouro polido como nenhum outro."

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