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PRODUTOR DO VÍDEO DA AUTOPSIA DO ALIEN DE ROSWELL ADMITE QUE FOI TUDO FAKE

Publicado em 6 de Novembro de 2018 às 18h

Você é fã de teorias da conspiração e assuntos relacionados com supostas abduções alienígenas e avistamentos de OVNIs? Então você certamente conhece a história sobre o disco voador que teria se acidentado em Roswell, no Novo México, em 1947, com extraterrestres a bordo, né? Aliás, já que estamos no assunto, você também deve conhecer o tal vídeo da autopsia que teria sido realizada em um dos ETs resgatados das ferragens da nave — e que até hoje causa polêmica entre a galera que acredita que fomos visitados por seres de outro planeta na ocasião, certo?

Acontece que o cara que criou a coisa toda, um homem chamado Spyros Melaris, decidiu vir a público e finalmente confessar que a famosa autopsia foi mesmo uma farsa — como muitos suspeitavam desde que o vídeo começou a circular pelo mundo, em meados da década de 90. Na realidade, de acordo com Paul Seaburn, do site Mysterious Universe, a primeira confissão pública aconteceu no ano passado, e rolou na forma de uma peça de teatro escrita e estrelada pelo próprio criador da mentira.

Fake


Pois é caro leitor, depois de mais de 2 décadas de “vazar” o vídeo — que tem cerca de 17 minutos, foi gravado em preto e branco de forma a parecer de época, e que foi apresentado ao público em um documentário —, Melaris resolveu contar a verdade e revelar como é que o famoso filme foi produzido. Segundo Paul, o cineasta admitiu que a criação do filme foi um baita desafio , uma vez que o objetivo era o de fabricar a maior ilusão já apresentada em nível global da história.

 

Melaris conseguiu o queria, já que, depois que o documentário foi ao ar (pela Fox Network), não demorou até que o mundo inteiro começasse a falar da suposta autopsia. O mais interessante é que, enquanto muitos duvidaram de cara que o vídeo fosse real, diversos especialistas que analisaram as imagens garantiram que se tratava de um material autêntico — e o fato é que, ao longo de mais de 20 anos, ninguém conseguiu provar que se tratava de uma bem-elaborada farsa.

 

O produtor contou que, na verdade, recebeu a gravação de um homem chamado Ray Santilli — que garantiu que aquela era a única cópia em existência do filme — e combinou de entregar uma versão mais realista da autopsia. Ele escalou sua namorada da época para atuar como a enfermeira do vídeo, e também foi a moça quem fez todas as pesquisas necessárias sobre o caso e quem criou todo os figurinos. No fim, com o sucesso do documentário, quem levou a fama pelo material foi Santilli, e a participação de Melaris e companheira na produção foram completamente ignoradas.

Santilli chegou a admitir que o documentário era falso algum tempo depois de ele ser apresentado, embora tenha garantido que algumas cenas mostravam uma autopsia real em um alien de verdade — e Melaris diz ter vindo a público agora para esclarecer que nada, nenhum quadro sequer do filme todo, traz imagens reais.

 

Essa galera continua brigando e se acusando mutuamente de um não dar os devidos créditos a quem participou na elaboração da farsa. No entanto, independentemente de quem tenha começado com a mentira — e de quem a tenha refinado —, a discussão parece pôr um ponto final na questão sobre a autenticidade da autopsia.

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