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Ex-Corinthians relembra briga com Tevez após tomar cusparada e aconselha Deyverson

Publicado em 12 de Fevereiro de 2019 às 09h

Nesta segunda-feira (11), Deyverson foi punido pelo TJD-SP (Tribunal de Justiça Desportiva) pela cusparada que deu em Richard no clássico contra o Corinthians. Um dos jogadores que já esteve, no caso, na pele do volante corintiano, Carlos Alberto recordou sua briga com Carlitos Tevez e aproveitou para aconselhar o atacante do Palmeiras.

Alvo de cusparada de Tevez em 2005, Carlos Alberto lamentou a atitude tomada por Deyverson pelo tamanho da ação que é receber o cuspe no rosto. Vítima no passado, o meio-campista de 34 anos aproveitou para pedir que o atacante aprenda a controlar seus instintos.

“O cuspir na cara é uma coisa muito pesada. A pessoa que cospe não pode esperar a reação da pessoa que recebeu. Nós que fomos criado na rua sabemos como é se tiver este comportamento na rua”, frisou o meia do Boa Vista no programa “Jogo Sagrado”, do Fox Sports. 

Então o que falar para o Deyverson? Ele é jovem. Dentro do campo realmente no calor da emoção acabamos perdendo este equilibro de ficar tranquilo e apelar. Então que o Deyverson repense, porque isso não é legal. Eu já levei punições maiores sem cuspir nos outros, mas o que eu sempre tive perante meus adversários foi o respeito. Uma coisa é você jogar duro, às vezes chegar mais excessiva em uma jogada…”, ponderou.

Deyverson levou uma punição de seis jogos pelo TJD-SP em jogos do Paulistão e com isso vai perder boa parte da competição.

TRETA COM TEVEZ APÓS LEVAR CUSPARADA NO CORINTHIANS

A briga com socos de Carlos Alberto e Tevez aconteceu em março de 2005. Na ocasião o Corinthians foi montado pela parceira MSI e durante um treinamento, o argentino cuspiu no meio-campista.

Foi em um treino e fomos para as vias de fato. E ninguém sabia, foi o Benjamim Back que revelou. Falei na época ‘Vou ser sincero mais uma vez na minha vida como sempre fui, nos erros e acertos, aconteceu isso. Não tenho prazer em admitir isso, mas aconteceu’. Fui profissional no dia seguinte independentemente da briga que eu tive, isso não atrapalhou em nada nosso desempenho em campo. Eu passava a bola para ele e vice-versa”, destacou o meia.

“Naquela época no Corinthians a amizade não fluiu como era antes, mas passamos a ter um respeito muito grande um pelo outro. Hoje a gente se fala, não vou ser hipócrita de falar que frequentamos o mesmo lugar e a casa um do outro, mas temos um respeito”, acrescentou.

Na época com 21 anos, o jogador do Boa Vista não negou que se o fato acontecesse dentro do campo de jogo teria tomado uma atitude mais radical.

“(Se fosse em um jogo) Com aquela idade? Teria sido até pior. Cusparada na cara é algo muito… até se pegarmos histórias lá atrás da bíblia”, concluiu.

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