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4 regras de PRIVACIDADE que casais felizes praticam

Publicado em 24 de Julho de 2017 às 13h

Manter ou não manter segredos entre as senhas pessoais e sociais não é tudo para um casamento com regras claras e boas de privacidade. Conheça outras regras mais eficazes!

Amar não significa sufocar seu cônjuge, espionar, ou, desrespeitar total e completamente a individualidade do outro ser humano. O fato de duas pessoas estarem casadas não acaba com a individualidade que já estava ali antes mesmo do casamento.

Adquirir uma privacidade no casamento não significa que você passa a ter o direito concedido em guardar segredos, flertar com outras pessoas, ofender e denegrir seu cônjuge através de mensagens, conversas ou outras formas.

Então, onde está o limite dessa tão solicitada PRIVACIDADE NO CASAMENTO?

Estas 4 dicas a seguir podem ajudar a você que deseja possuir sua privacidade mesmo depois de estar casado:

Observação

Leia este artigo junto com seu cônjuge e definam, se ainda não definiram, os limites e regras da privacidade no seu relacionamento.

1. Individualidade e espaço para respirar sozinho

"Não há duas pessoas iguais no universo, a individualidade deve existir, pois ela é o alicerce da personalidade"(Augusto Cury).

O eu, o ego, a personalidade da pessoa com quem você se casou já estava ali antes, muito antes de você chegar. Essa personalidade será adaptada? Sim, claro, com certeza, mas as escolhas e adaptações ainda também permanecem individuais.

Os homens precisam de mais espaço, as mulheres normalmente precisam de mais conversas, cada um possui sua necessidade, mas manter o espaço, a liberdade do cônjuge em realizar tarefas sozinho é importantíssimo em um casamento feliz.

2. Amigos X Amigos, casamentos à parte!

"Permita-se rir e conhecer outros corações, aprenda a fazer coisas boas, aprenda a ajudar os outros, aprenda a viver sua própria vida" (Mario Quintana).

De acordo com a psicóloga Marina Vasconcelos, as amizades são escolhas pessoais ou algumas adquiridas ao acaso, e podem ter efeitos sociais extremamente benéficos, e ainda mais podem melhorar sua saúde e seu casamento.

Seu melhor amigo pode e é bom que seja seu cônjuge, mas isso não quer dizer que você não possa compartilhar com outras pessoas suas dores, conquistas e dúvidas.

Os amigos do meu marido podem ser meus amigos, ou não, o mais importante é que sempre tenhamos respeito um pelo outro, quer estejamos juntos ou separados em uma roda de futebol com amigos.

3. Meu hobby favorito pode ser estranho, mas ainda é meu!

Meu marido corre quase todos os sábados com o cachorro pelas ruas. Ele faz isso desde... não sei, desde que o conheço! Ele ama fazer isso. Às vezes é meio inconveniente esse hobby, às vezes eu simplesmente não sei onde ele está, ou às vezes gostaria de fazer outra coisa juntos bem nessa hora, mas... hobby adquirido é voto vencido!

Algumas pessoas possuem hobbies comuns, simples, que não atrapalham em nada os relacionamentos; já outras podem querer fazer coisas estranhas, perigosas, aventureiras. Mas gosto é gosto, e isso faz parte da personalidade adquirida pelo ser humano, e precisa ser respeitada. Ninguém precisa fazer tudo sempre junto e grudado só porque se casou.

4. Acima da privacidade vem a total confiança

Quando nos referimos às senhas do Facebook, celulares, e outras, tocamos em algumas feridas de alguns casamentos, não é mesmo? Se esse é o seu caso, analise comigo:

Quando seu cônjuge lhe deu acesso a sua senha do Facebook, o que você fez com esse privilégio?

Quando seu cônjuge lhe deu acesso à senha da conta do banco e cartão, como você se comportou?

Quando você olha o celular do seu cônjuge, qual é a sua reação sempre? O que você comenta?

Muitas vezes nós perdemos alguns privilégios concedidos no casamento, assim como um adolescente que fica de castigo por ter mentido a seus pais. Isso acontece porque não soubemos usar o privilégio que nos foi concedido, "avacalhamos" com nosso cônjuge, mexemos onde não devíamos, gastamos o que não precisávamos, ofendemos, etc.

Então essa regalia nos é tirada, mas, podemos nos reconciliar, antes precisamos adquirir bom senso e percebermos que a confiança que nosso cônjuge necessita sentir em nós deve ser maior do que esse receio que possuímos, e isso só depende de você adquirir!

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